Storytelling: conectando de forma verdadeira

Muito além do que simplesmente apresentar uma historinha, o Storytelling deve mexer com o imaginário da sua audiência

Se desmembrarmos e traduzirmos o termo em inglês Storytelling, o que fica é “história” e “contar”. Ou seja, Storytelling nada mais é do que contar histórias.

Sim e não.

Sim, porque sim, na prática é isso mesmo. Conte uma história para ganhar sua audiência. Mas se você se limitar a, simplesmente, contar uma história, você deixa de lado todo o potencial da fantasia e da imaginação. Quando a história termina, quem a ouviu logo se esquece, passa para outras e assim sucessivamente, porque o mundo está cheio de narrativas e a maioria delas falam e não dizem nada.

Então, não. Não se trata só de contar uma história.

Storytelling tem a ver com criar uma conexão com quem te ouve. Criar uma relação com a sua audiência.

E por mais que esse seja um conceito muito antigo, ele nunca pareceu tão relevante quanto nos dias de hoje. Vivemos nossas vidas escondidos atrás de telas. Nunca falamos tanto, nunca nos expressamos e expusemos tanto a nossa opinião. E ainda assim, nunca estivemos tão sozinhos. Recebemos uma enxurrada de informação e estímulos diariamente e maioria deles não significa nada. São como corpos sem voz. Suas falas nos atravessam sem nos tocar.

Buscamos e desejamos cada vez mais uma conexão real. Uma história que consiga nos tocar, nos faça refletir e que transforme alguma coisa dentro de nós.

As pessoas querem ouvir boas histórias, querem se emocionar, para que, assim, possam se conectar e engajar com esse conteúdo e com outras pessoas tocadas pela mesma mensagem.

E como criar uma narrativa com todo esse potencial? Sendo genuíno e positivo.

Lançando uma luz de autenticidade sobre um infinito de cópias e reproduções e espalhando uma mensagem de positividade em meio a tanto ódio gratuito, trolls e haters.

Crie conteúdo para pessoas e não para números.

Faça as pessoas saírem da própria realidade por alguns minutos, faça com que elas sonhem. E deixe espaço para a imaginação. O imaginário tem muita força.

 

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